Rock and Coffee.

✖ [Rock and Coffee.] —
— Notas : 
 • Não vou fazer classificação, cada um sabe o que ler.
 • Não comente aqui, este é o rascunho/perdidos 
 • Boa leitura . 
                                               - Casal : Lua Blanco & Arthur Aguiar .
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- Blanco, segura minha mão. 
- Porque quer me ajudar?
- Pegue, vai ficar doente!
- Eu não sei, Aguiar me ajudando?
- Segure logo antes que eles voltem. - segurei a mão de Arthur que me para fora da água gelada. 
- Obrigada, mas ainda não entendi o porque te der me ajudado.
- Porque quero um favor.
- ah, demorou!
- Calma, não sabe o porque direito, vou te levar pra minha casa, la podemos conversar.
- como? Não pensa que darei pra você, né ?
- não quero nada disso, apenas venha comigo, juro que não te farei mal, tem minha palavra de homem, venha. - franzi o cenho, mas o frio falou mais alto, eu não poderia ir pra casa molhada desse jeito, Aguiar tirou o capote e colocou em meus ombros. Vesti direito, peguei minha mochila do chão e caminhei com ele ate sua moto, ele não correu, estranhei o porque dele esta carinhoso comigo.
- Arthur, vou ficar doente, me leve para casa logo depois da conversa.
- venha - entrei na casa dele, ele trancou a porta atras dele. - então, como deve saber me inscrevi para faculdade de ciências.
- sim.
- então, eu preciso de ti para uma experiencia, coisa pouca, preciso que durma comigo.
- não vou transar com você!
- não vai transar comigo, vai apenas deitar comigo.
- e isso vai dar certo? Como assim?
- justamente, duas pessoas que se odeiam podem sentir atracão ?! Isso faz parte do meu livro.
- e acha que vou participar dessa merda? - gargalhei 
- em troca te defendo dos caras que te machucam.
- tentadora, mas não sei não.
- Lua, preciso de você!
- tudo bem, quando e como?
- essa semana inteira.
- apenas essa, na próxima viajo para Los Angeles.
- tudo bem! Tome banho, tenho roupas da minha irma.
- tenho tudo aqui na mochila. 
- não molhou?
- não, tive sorte, onde fica o banheiro?
- ali. - entrei pro banho ainda desconfiada, mas deveria ser isso mesmo, por qual outro motivo seria? Ele não era de humilhar. E era uma proposta tentadora. Tomei um longo banho e me vesti.
- então, como vai ser?
- só usa moletom ?
- sim, eu gosto.
- hum, deve sentir sono, pode deitar, irei me limpar.
- ok. - sentei na cama grande e macia. Arthur sentou ao meu lado olhando pra mim. - algum problema?
- não. - desconversou - sente fome?
- agora não.
- então deite-se. - me deitei sem demora, estava com o corpo dolorido. - porque deixa com que eles façam isso pra você?
- não deixo, mas eles são mais fortes.
- não me pergunte porque, me incomoda te ver assim - desceu a manga do meu moletom pra ver as marcas. - auto-mutilação?
- sim!
- não faz isso, você é linda! - corei.
- não sou. 
- mas claro que sim. Venha aqui. - me aconcheguei em seu peito másculo e ele me fez cafuné até eu pegar no sono.
- Bom dia Arthur.
- Bom dia. - sorriu sexy. 
- temos aula ?
- temos sim, mas acho que hoje é só a tarde.
- então vou me arrumar pra ir em casa pegar as coisas.
- eu te levo.
- obrigada.
- nada, vou me arrumar la em cima - sorriu e subiu as escadas, me arrumei e esperei Arthur.
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             Pt.2//
- eles não vão te fazer mal. - puxou minha mão
- obrigada. 
- Blanco namorando?
- não enche ela.
- qual foi Arthur?
- ela ta comigo, não enche mais a menina, eu não quero ter que repetir. - Daniel saiu andando. 
- obrigada Arthur.
- nada, vamos pra sala.
- vamos. - entramos juntos na sala, atraindo olhares, sentamos juntos durante todas as aulas. 
- vai pra minha casa Arthur?
- pode ser, vamos la pegar minhas coisas e vamos pra sua casa - sorriu.
- vou pegar os livros no armário, me espera la na frente.
- tudo bem. - caminhei ate a porta de entrada. James vinha em minha direção, me tremi. 
- Oi Blanco. - segurou meu braço com força. 
- solta, por favor.
- porque? Acha que tenho medo do Aguiar?
- Aposto que sim! 
- se engana - apertou mais forte me fazendo gemer. 
- pare! 
- Solta ela, eu não vou repetir.
- qual foi cara? Mudou de lado?
- solte-a agora, e saia daqui rápido. - James obedeceu me empurrado no chão, Arthur foi atras dele, mas ele correu.
- Ele te machucou? 
- um pouco.
- vem. - me carregou com o braço já ficando roxo pelo aperto.
- não! Pare de me tratar assim, esta me assustando! Esta me fazendo ter medo, não me trate assim, talvez eu não mereça, você pode esta enganado sobre mim. 
- Lua, eu não estou!
- agente se odeia. Lembra?
- Porque mesmo? Ah, lembrei, porque agente nunca tinha se falado, Lua, agente nem se conhecia.
- desculpa.  - abaixei a cabeça deixando as lagrimas descerem, Arthur me deu um abraço confortante. Retribui. 
- Lua, deixa eu cuidar de você, independente de tudo, e ate do nosso trato.
- eu gosto de você, esta se saindo um ótimo amigo.
- sei disso - sorriu convencido. 
- Vamos pra casa?
- vamos. 
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- Arthur seu canalha, pare com isso. - ele me fazia cocegas na minha cama.
- ok, vamos pedir pizza?
- hm, sim! 
- antes espera, ajoelha aqui na minha frente. - segurou meus quadris ajoelhando em minha frente também. - vamos la, vou tirar seu moletom. 
- como ? - franzi o senho.
- tire o moletom Lua. 
- eu tenho vergonha.
- do que? Já disse que é linda. - corei
- não sou!
- vamos, tire isso.
- ok - levantei ficando com uma blusinha.
- agora, olha isso, você  é linda. Eu quero beijar você agora.
- beije. - ele não esperou, puxou meu rosto grudando nossos corpos, um calor me subiu, minhas mãos passeavam em seus cabelos sedosos. 
- hmm, para.
- eu beijo mal?
- não Arthur, seu beijo é ótimo. 
- as meninas gostam mesmo
- safado, pare!
- ciumenta. 
- eu? hahaha, vamos ligue para o entregador.
- antes me beija de novo
- Arthur, eu não sei se estou pronta...
- eu pedi um beijo,  vai negar?
- vem aqui. - puxei Arthur pela camisa dele e iniciei o beijo. Nossas línguas em perfeita sincronia, mas ainda não era hora, me afastei.
- ok, vou ligar. - ele pegou o telefone e fez o pedido. - pronto, logo eles trazem. 
- ok. 
- Lua, preciso lhe falar.
- conte-me então.
- eu sei que gosta de mim apenas como amigo. Mas preciso ser justo com você. Eu estou completamente apaixonado por você Blanco.
- então você tem 4 dias pra me fazer apaixonada por você.
- Lua, as coisa não são assim.
- elas simplesmente tem que ser. - me ajoelhei colocando-o em entre minhas pernas e acariciando seus cabelos. - eu posso gostar de você mais que isso, preciso apenas me acostumar com a ideia de amar.
- jura ? - nossas respirações estavam misturadas.
- juro. - ele me puxou para mais um beijo. 
- tem gente, deve ter chegado.
- eu pego.
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- ok pai, eu vou sim, beijo.
- ele precisa de você?
- sim, preciso viajar pra la.
- quando?
- no fim do mês.
- ah, ainda tenho tempo com você.
- hum, e o que pretende nesse tempo? - sorri
- muitas coisas.
- mas eu viajo depois de amanha, para LA.
- ainda não me ama?
- na verdade Arthur, você tinha razão, as coisa não funcionam assim.
- quer dizer que paramos aqui?
- não. Eu quero te ajudar com o projeto, gosto de você, de verdade, mas as coisas não funcionam assim.
- e o que você tinha dito?
- não tem como Arthur, ainda estou confusa demais, seremos amigos sempre e eu quero te ajudar com isso.
- quer saber? não precisa, vou embora.
- Espera Arthur, por favor.
- não Lua, obrigada por tudo, mas agente se odeia, né?
- não, eu não te odeio Arthur.
- eu vou embora. - ele não repetiu, saiu caminhando depressa e saindo com a moto. Eu não entendi porque, mas chorei o resto da noite, eu tinha me acostumado com o cheiro dele, com o calor das nossas peles grudadas, o carinho dele, eu sentia saudades do chato do Aguiar. Mas eu não poderia fazer nada. Eu teria apenas um dia pra me desculpar e viajar pelo menos amiga de Arthur, mas eu não sabia o que fazer. Então resolvi deixar pra quando eu voltasse, eu sentiria saudades, mas daria tempo pros nosso sentimentos se organizarem, arrumei tudo e chamei o um táxi para o aeroporto, eu não queria esperar mais nada. Queria ver meu pai logo, entao aproveitei que Sophia queria ir para LA, e comprei passagem para la. A viajem foi rápida, Sophia me buscou no aeroporto, estranhei, meu pai sempre vinha.
- onde esta o pai Soph?
- Lua, vamos pra casa. - Sophia tremia, eu comecei a me preocupar 
- o que houve? 
- vamos, la te conto melhor.
- conta logo Soph!
- Em casa Lua, em casa! - o carro estacionou e descemos, ela sentou no paralelepípedo e desabou no choro.
- o que foi Sophia? 
- o pai Lua, ele bateu o carro.
- mas ele esta bem né?
 - ele nos deixou Lu. - meu iphone caiu no chão partindo, me ajoelhei perto de Sophia que me abracou forte e me levou pra dentro.
- Eu não sei o que dizer, sem o papai não vai dar, não vai não
- Lua, ele jamais iria gostar que você dissesse isso, ele quer te ver forte
- ele era minha fonte
- e vai continuar sendo, quando agente ama a pessoa vive eternamente na gente.
- Me ajuda amiga! - Sophia era uma irma mais que perfeita, eramos amigas alem de tudo.
- sempre, vou ficar com você, sempre.
- eu te amo amiga , obrigada! - eu continuei no meu quarto o resto do dia, sentada na varanda vendo as folhas da mangueira cair, o vendo levava-as para longe, a brisa secava minhas lagrimas, e eu nada podia fazer, eu precisava de Arthur, mas ele nunca iria vir, resolvi tentar, peguei o telefone do meu quarto
- Thur - sussurrei em meio aos soluços chorosa
- O que aconteceu Lu?
- meu p..ai, meu pai me deixou
- como assim princesa?
- ele morreu - berrei chorando dessa vez descontrolada novamente.
- onde você esta?
- estou em Los Angeles - solucei - preciso de você
- me passa o endereço. 
- John te pega no aeroporto 
- ok, eu estou indo, calma, chego em quatro horas se não atrasar.
- obrigada! Eu te amo. - solucei e desliguei caindo na cama, chorei tudo de novo, e peguei no sono.
- Lua? Um tal de Arthur chegou aqui, pode mandar subir? - disse Sohp me cutucando 
- Pode sim. - Arthur entrou no quarto trancando a porta atras de si, deixou as malas no chão e me apertou a cintura.
- pronto princesa. Fique comigo.
- obriga, não sabe o quanto significa pra mim. 
- que nada, vou te proteger sempre
- aw
 Alguns meses se passaram, voltei pra escola, Arthur e eu estávamos meio que afastados, ele estava escrevendo o livro, achei que atrapalharia. Passei a ganhar respeito, os meninos tinham ido em bora da escola, Sophia e eu estávamos estudando na mesma turma, e Arthur so me desejava bom dia, isso passou a me incomodar, Arthur significava muito pra mim, resolvi falar com ele no intervalo.
- Oi Aguiar.
- Oi - foi seco
- o que houve?
- para de falar comigo esse tempo todo e pergunta o que houve?
- achei que iria incomodar. Me desculpe.
- você NUNCA me incomoda, jamais. - eu abracei ele, demorou pra ele ceder, mas ele cedeu, ficamos abracados no patio 




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